Envolveu já mais de 1,5 milhões de estudantes em toda a Europa (o que corresponde a 1% da população universitária europeia), estabeleceu corredores de mobilidade entre os países, mexeu com as inflexibilidades e o imobilismo das universidades – nomeadamente a nível curricular – e por isso serviu de rampa de lançamento à Declaração de Bolonha, que hoje harmoniza currículos e créditos das universidades de 45 países europeus. O Erasmus ganhou uma dimensão cultural e social, com impacto nas famílias, instituições e comunidades, que vai muito além do seus objectivos académicos.
Fonte: Diário de Notícias